Um País aos Nossos Filhos

Esta é a hora de unirmos e lutarmos como Igreja, para promover a mudança que desejamos e que nossos filhos e netos merecem!

Um País aos Nossos Filhos

"Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores." (Sl. 1:1)
 
A poucos dias das eleições, quando serão escolhidos os representantes do povo a nível estadual e federal, os olhos políticos se voltam a massa cristã como potencial, e não é para menos. Segundo pesquisa do Datafolha publicada em Dezembro/2017, 32% dos brasileiros professam a fé Evangélica. E se por muito tempo, como Igreja, nos abstivemos ou participamos de forma tímida da política, esta é a hora de lutar para promover a mudança que desejamos e que nossos filhos e netos merecem.
  
Todos os problemas que a sociedade enfrenta se originam na família e estamos diante de governos que trabalham com vistas à destruição dos valores familiares e cristãos. Quando votamos em um candidato que em campanha aprova o que a Bíblia condena, estamos nos rebelando às instruções divinas. Agora, se após a campanha o dito mudar seu discurso para práticas pagãs, tendo levado nosso voto, estamos livres diante de Deus, porém o candidato, este terá que prestar contas de seus atos, porque enganou a Igreja, a qual Cristo comprou por Seu sangue.
 
A Palavra nos ensina a odiar o pecado, então não podemos ser cordatos e coparticipantes com aquele que aprova coisas tais como o abuso contra mulher e criança, a legalização do aborto, o abuso sexual do menor, a pedofilia como opção sexual, a ideologia do gênero, a legalização das drogas, a eutanásia e a perseguição religiosa. 
 
Por esta razão é importante conhecer e divulgar informações a respeito dos candidatos: o que já realizaram em prol da população, qual sua história, quais seus valores, o quem apoiam e a quem estão ligados, sua origem política, seu partido e qual a linha ideológica do partido. Neste período é importante participar de diálogos com amigos e familiares, no sentido de instruir os que não têm informações corretas, para que não sejam manipulados pela mídia ou propostas eleitoreiras.
 
Algumas pessoas acreditam que a melhor decisão após tantas frustrações, é votar em branco ou nulo. Mas, seria esta uma forma adequada de protesto? Quando alguém vota em branco ou nulo, está deixando de exercer sua responsabilidade. Está agindo como Pilatos que quando deveria se posicionar, recuou e disse: “Lavo minhas mãos.” (Mt. 27:24)
 
O filósofo Edmund Burke escreveu: “Para o triunfo do mal, só é preciso que os bons homens não façam nada” e o Apóstolo Tiago afirma: “Aquele, pois, que sabe fazer o bem e não o faz, comete pecado.” (Tg. 4:17)
 
Assim, incentivo-o a não ser neutro como Pilatos. Decida-se, não seja omisso e torne possível a alternância de poder em nosso país. 
 
Que Deus abençoe o nosso Brasil!

Vânia Rorato